Guia Vale Histórico - Pontos Turíscos
Bananal-SP

Pontos turísticos

Com a preservação de seus patrimônios históricos, Bananal tem como os seus pontos turísticos, um passeio a pé pela a Praça da Matriz, que reúne a Igreja do Senhor Bom Jesus do Livramento, um charmoso coreto e um chafariz europeu de ferro. Na mesma praça estão o Solar da Matriz, o sobrado Aguiar Vallim, a antiga estação, com bela estrutura metálica importada da Bélgica. A cidade é muito agradável com um pequeno patrimônio histórico do séc XIX. Em seu interior ainda existem fazendas de café e mata atlântica muito bem preservada, em especial na conhecida Estação Ecológica do Bananal. Aos fins de semana, os jipeiros são muito procurados para fazerem trilhas que levam até às regiões de São José do Barreiro (SP) e de Barra Mansa (RJ). Em alguns trechos da Serra da Bocaina existe criação de trutas. A cidade é conhecida por ser muito aconchegante e de imensa hospitalidade aos seus turistas.

Conheça nossos pontos turísticos

Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus do Livramento

Erguida em 1785 por João Barbosa de Camargo, como forma de pagamento de uma promessa, a capela foi o marco inicial da cidade de Bananal. Para o melhor acesso dos fiéis foi doada o terreno para a construção da nova igreja da matriz foi construída em 1811, em estilo colonial, possui no santíssimo os Doze Apóstolo em madeira. Sua arquitetura é caracterizada pela simplicidade de planta fechada, possuindo implantação de destaque na principal praça da cidade. Passou por inúmeras reformas ao longo de sua existência. É orgulho dos bananalenses. Localizada na Praça Monsenhor Cid França Santos é a principal e mais conhecida igreja da cidade. Muitas liturgias e festas religiosas são realizadas na mesma, assim como muitos festejo populares são celebrados em seu entorno. Emoldurado pelo patrimônio histórico da cidade, a Igreja parece um cartão postal de Bananal.

Estação ecológica de Bananal

Em meio às belezas da Mata Atlântica encontra-se a Estação Ecológica de Bananal, na Serra da Bocaina, que faz divisa entre os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, com área de mais de 800 hectares.
Região de relevo acentuado com picos de 2 mil metros de altura, a Estação Ecológica de Bananal tem como principal objetivo a preservação dos remanescentes de Mata Atlântica do Estado de São Paulo, servindo como área de pesquisa para diversos profissionais que estudam o meio ambiente.Integrada à rede de Unidades de Conservação, a estação é administrada pela Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo por intermédio do Instituto Florestal. O acesso à Estação é feito a partir da cidade de Bananal, no norte paulista. Uma das estradas que fazem limite com a Estação constitui a histórica Trilha do Ouro, construída por escravos para transportar o minério que era retirado de Minas Gerais até o porto do Rio de Janeiro.

Solar comendador Aguiar Valim

Construído em 1855 pela família Aguiar Valim, o solar vivenciou a riqueza de uma época, recebia em seus salões nobres autoridades do Império. Ocupa toda a face do largo do Rosário (praça Rubião Júnior). Apresenta características neoclássicas, suas portas principais são em arco pleno e a escada principal tem lances simétricos. Possui um salão de baile e coreto para orquestra, no segundo andar 16 portas dão para uma sacada de ferro fundido, um majestoso hall e murais feitos pelo artista catalão José Maria Villaronga, com um primoroso acabamento. O prédio já abrigou a Prefeitura Municipal. Tombado pelo Condephaat em 1976, o solar hoje está aberto à visitação.

Estação ferroviária de Bananal

Inaugurada em 24 de dezembro de 1888 como complemento das obras para a Companhia Estrada de Ferro de Bananal (E.F. Bananal), o edifício foi importado da Bélgica, em estruturas desmontáveis e pré-fabricadas de aço, com placas duplas almofadadas e ajustadas por parafusos, sendo doado pelo Comendador Domingos Moitinho. A fabricante belga da estação vendeu e montou o projeto, sendo este o único exemplar montado no continente americano. Com o declínio da economia da região nas primeiras décadas do século XX, que se sustentava com a produção do café e do leite, a E.F. Bananal e toda a sua estrutura, como estações, maquinários e equipamentos, foi adquirida pela União (Governo Federal) em 1918 e em 1963 a ferrovia foi desativada.

Cachoeira Sete Quedas

Partindo do centro histórico de Bananal-SP, o visitante segue em direção a Serra da Bocaina pela rodovia SP-247 até o km 15, entrando à esquerda, segue mais 6km em estrada de terra até chegar nas primeiras cinco quedas da cachoeira, as águas cristalinas do Rio do Braço descem formando um escorregor natural e ótimos poços para banho. Seguindo pela estrada de terra por mais 4km encontram-se as duas últimas quedas, já localizadas dentro da Estação Ecológica de Bananal-SP. A Estação Ecológica abriga remanescentes da Mata Atlântica, vegetação que já cobriu o litoral brasileiro de norte a sul. Os remanescentes dessa vegetação são tão importantes que foram declarados Patrimônio da Humanidade.

Cachoeira do Bracuí

A Cachoeira do Bracuí localizada na cidade de Bananal. A trilha sai da Pousada do Rio Mimoso sendo preciso caminhar por, aproximadamente 4km. O esforço é compensado quando você chega ao local e se depara com uma visão espetacular do Mar de Angra dos Reis ao fundo. A caminhada de uma hora em meio à leva à cachoeira, que se forma no estado de São Paulo e deságua no estado do Rio de Janeiro. São cinco quedas d'água que, somadas, chegam, a 1.100 metros. Ao fundo é possível vislumbrar o mar da Baía da Ilha Grande, em Angra dos Reis.

Chafariz de ferro

Inaugurado em 1879 a pedido de Alfredo Campos da Paz, da Câmara Municipal de Bananal, o chafariz público foi feito em ferro, é ornado com elementos barrocos e possui quatro torneiras. Era utilizado pela população para a captação de água para suas residências durante o período em que a cidade ainda não dispunha dos serviços de água encanada.

Instalado na Praça Pedro Ramos, bem diante da Igreja da Matriz, o chafariz é um dos símbolos históricos da cidade.

Cachoeira do rio Mimoso

Um lugar maravilhoso com altitude aproximada de 1050 metros e com vista para a Baía de Angra dos Reis, entrada se dá pelo distrito de Bananal SP. Localizado Parque Nacional da Serra da Bocaina.

Locomotiva Tereza Cristina

Quem chega à Bananal logo se surpreende com um dos patrimônios da cidade que fica exposto bem na chegada do centro histórico, a Locomotiva Tereza Cristina. A curiosidade é desperta para quem vai visitar a cidade pela primeira vez, seja criança o idoso. Muitos se perguntam: - O trem chegava a Bananal? A resposta é sim. No auge do cultivo do café, a cidade era uma das maiores produtoras do ouro verde, tanto que os fazendeiros financiaram a construção de um trecho de ferrovia até Barra Mansa. A Locomotiva 302, batizada de Tereza Cristina, é uma réplica das que circularam no Brasil no início do século XX, portanto, não era o modelo que parava em Bananal. Os detalhes podem ser observados de perto e impressionam, seja você amante dos trilhos ou não. Uma curiosidade é que a mesma veio no fim do século XX para dar mais visualização a Estação de Bananal, porém é uma réplica da original que se encontra na Cidade Imperial. Esta seria uma máquina utilizada no sul do país, na era do crescimento das ferrovias e industrialização do Brasil. Mesmo assim, localizada no centro histórico, dando as boas vindas a esta cidade cheia de preciosidades, a Tereza Cristina parece querer sair apitando da antiga Estação de Bananal.

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